Meu nome? Que importa meu nome? Meu nome não me define, tanto posso sê-lo como não... Sou um mero desconhecido que caminha como outro qualquer pelas páginas da vida. Um comum personagem que não sabe do nome do seu autor, mas que busca o passado no futuro para ter apenas o presente apagado em si... Que busca o inverso do verso ou coisa nenhuma. Busca apenas em tempo de busca, outro tempo, para passar o tempo e esticar o retorno à vida lá fora, pois, bem distante, aqui estou tramando palavras .
De qualquer forma, meu nome foi dado pelo meu avô. Nome sem sobrenome, ou nome depois do nome que poderia ser Melo Fagundes Rocha,que pelo destino dito pelo meu avô, virou pó, que virou poesia que também é rocha igual meu pai, que por sua feita minha mãe encostou o Melo Fagundes, que veio de muitas Correias dentro desse nosso sertão.
É isso, meu nome não importa, mas de qualquer forma é apenas Jean Claudio, um conquistense bahiano.
A flor caiu Estatelada lá na Cacimba, barrenta. A araponga custipiu no priquito. Pôxa, Nancy! Foi um truvejo de dá dó. A passarinhada rebimbou No horizonte. Nunca ví Coisa igual. A lagartixa espichou, Olhando de soslaio O apocalipse desnudar Na planície. Eis que... o calango Correndo entre umas Folhas secas, trupicou Na margarida que foi Estatelar lá No fundão da cacimba Barrenta.
O amor de índio É uma brincadeira constante
Gélbio Melo
Mulheres DICavalcanti
João Lima
Mário Quintana
Se alguém te perguntar o que quiseste dizer com um poema, pergunta-lhe o que Deus quis dizer com este mundo...
Vitalino/Foto Cynthia
Cora Coralina
John Lennon
walt whitman
ÁFRICA
Evandro Correia
Mãe
INGRID
RÃ - Retirado da Internet
Foto Gelbio Melo
Federico Garcia Lorca
Federico Garcia Lorca nasceu na região de Granada, na Espanha, em 05 de junho de 1898, e faleceu nos arredores de Granada no dia 19 de agosto de 1936, assassinado pelos "Nacionalistas". Nessa ocasião o general Franco dava início à guerra civil espanhola. Apesar de nunca ter sido comunista - apenas um socialista convicto que havia tomado posição a favor da República - Lorca, então com 38 anos, foi preso por um deputado católico direitista que justificou sua prisão sob a alegação de que ele era "mais perigoso com a caneta do que outros com o revólver." Avesso à violência, o poeta, como homossexual que era, sabia muito bem o quanto era doloroso sentir-se ameaçado e perseguido. Nessa época, suas peças teatrais "A casa de Bernarda Alba", "Yerma", "Bodas de sangue", "Dona Rosita, a solteira" e outras, eram encenadas com sucesso. Sua execução, com um tiro na nuca, teve repercussão mundial.A poesia acima foi extraída de sua "Antologia Poética", Editora Leitura S. A. - Rio de Janeiro, 1966, pág. 17, tradução e seleção de Afonso Felix de Sousa.
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